
Em minha vida sempre observei muito o que as pessoas fazem umas com as outras e consigo mesmas, sem nunca entender a que ponto seguimos, apenas seguimos. Não entendo a violência tanto quanto não entendo o amor, e isso me torna um espectador frustrado. Talvez o fato de eu nunca ter agredido alguém com real vontade (das vezes que tentei hesitei), tanto quanto nunca amei por completo, mas observo os outros e tento entender por meio daqueles que me falam sobre essas questões o que realmente são essas duas partes de um todo.


